Por Mauro Rebelo

Benefícios do uso do DNA Ambiental para identificação de Espécies

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  • Disponibilizar uma ferramenta para avaliar a eficiência e a eficácia do método de repovoamento
  • Avaliar o custo benefício dos recursos despendidos
  • Gerar dados para interlocução com a agência ambiental
  • Ampliar o conhecimento sobre a genética das espécies de peixe endêmicas
  • Ampliar o conhecimento sobre toda a diversidade biológica do reservatório
  • Informar sobre eventos de blooms de cianobactérias e organismos de interesse fitopatogênico que contribuam para o melhor uso do reservatório em atividades de aquicultura e turismo
  • Visualização de dados complexos de biodiversidade de maneira sintetizada

Outros benefícios da metodologia do DNA ambiental:

  • Alta velocidade: A análise de cada amostra em até 15 dias permite avaliação em tempo real das mudanças no ambiente utilizando o seu parâmetro mais integrador e importante: a biodiversidade;
  • Automatização e escalonamento para análise de uma ou milhares de amostras;
  • Alta confiança: a especificidade e precisão do DNA reduz a taxa de erro da taxonomia tradicional e resolve ambiguidades de métodos morfológicos;
  • Robustez: o grande volume de dados permite redução de incerteza nas análises estatísticas;
  • Diferenciação de literalmente TODAS as espécies presentes na amostra.  As sequências de DNA sem correspondentes nos bancos de dados são catalogadas como Unidades Taxonômicas Operacionais e, armazenadas e identificadas por taxonomistas, podem ser reanalisadas no futuro;
  • Análise de perfis de biodiversidade de áreas de risco e prioritárias para conservação e preservação, utilizando ferramentas de Sistemas de Informação Geográfica – SIG e big data para gerar mapas georreferenciados de correspondência, sensibilidade e visualização de diferentes parâmetros;
  • Avaliação da biodiversidade por análise de amostras atuais e antigas, armazenadas em gelo, álcool ou formol, virtualmente impossível pelos métodos tradicionais; 
  • Documentação da biodiversidade: inclusão dos marcadores moleculares de organismos de coleções em bancos de dados;
  • Liberação de taxonomistas para fazerem o que lhes é de competência exclusiva: identificar novas espécies.